sábado, 28 de agosto de 2010

Para refletirem...



"Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira.
O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos.
Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos."

Martin Luther King

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Para todos os Alunos


Mínimo será corrigido só pela inflação

Em 2011, o governo vai aplicar apenas a correção pela inflação para o salário mínimo e as aposentadorias do INSS, conforme deverá constar da proposta do Orçamento Geral da União que segue para o Congresso na terça-feira.
Os valores que figurarão do projeto de lei, porém, são apenas uma formalidade. Está prevista uma negociação com as centrais sindicais para conceder aumento real (acima da inflação) a esses dois itens de despesa. Esse debate, no entanto, será feito mais tarde, provavelmente após as eleições.
Essa é a primeira vez que uma negociação com os sindicalistas para o salário mínimo e as aposentadorias está prevista formalmente num instrumento legal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O texto prevê que será acordada com as centrais uma política de ganhos reais para esses dois itens de despesa. No caso das aposentadorias, a discussão envolverá também as associações de aposentados.
As duas decisões afetarão diretamente os gastos com a Previdência Social, que são o principal item de despesa do governo. No ano passado, dos R$ 730,8 bilhões gastos pelo governo, R$ 226,3 bilhões foram com aposentadorias e pensões, conforme dados do Ministério do Planejamento.
É, portanto, uma questão de alto interesse do futuro presidente da República.
Os sindicalistas, porém, não querem esperar as urnas. 'Quero ver se reunimos as centrais na semana que vem para tirar uma posição comum', disse o presidente em exercício da Força Sindical, Miguel Torres.
Ele comentou que o fato de o governo enviar uma proposta de Orçamento com um valor baixo para o salário mínimo não preocupa, pois tudo será negociado no Congresso Nacional até o final do ano. 'Temos tempo até a votação', disse.
'Estamos aguardando uma reunião com o governo, mas até o momento não há resposta', disse o presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Wagner Gomes. 'Temos a perspectiva de incluir algo para os aposentados.'
De acordo com informações da área técnica, o Orçamento seguirá para o Congresso com um salário mínimo de R$ 535,91, reajuste de 5% sobre os atuais R$ 510. Os sindicalistas querem algo como R$ 560 a R$ 570.
Pela regra atualmente em vigor, o mínimo deveria ser corrigido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais o crescimento do PIB de dois anos atrás, se positivo. No caso, o crescimento a ser considerado é o de 2009, que foi negativo em 0,2%. Por isso, o aumento ficou só na inflação.
As aposentadorias acima do mínimo serão corrigidas pelo INPC, tal como determina a lei. A exceção ocorreu este ano, quando esses benefícios foram corrigidos em 7,72%, ante um INPC de 3,53%.
Eletrobrás. Além das aposentadorias e do mínimo, ficará para o próximo presidente outra discussão polêmica: os investimentos da Eletrobrás. O presidente da estatal, José Antônio Muniz Lopes, disse ontem que o montante que figurará no Orçamento de Investimentos das Estatais será inferior aos R$ 12 bilhões a R$ 14 bilhões desejados pela empresa.
A Eletrobrás quer ser dispensada de colaborar para o superávit primário, a exemplo do que ocorre com a Petrobrás. A necessidade de contribuir para o resultado das contas públicas é um fator que inibe os investimentos, pois esses são contabilizados como despesa e reduzem o resultado fiscal.
Exceção
As aposentadorias acima do mínimo serão corrigidas pelo INPC, como determina a lei. A exceção ocorreu este ano, quando esses benefícios foram corrigidos em 7,72%, ante um INPC de 3,53%

Para alunos de COMEX

Exterior e rolagem de contratos amparam queda do dólar
Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) - O dólar registrou a segunda baixa seguida ante o real nesta sexta-feira, reagindo ao maior apetite por risco no exterior após dados nos Estados Unidos melhores que o esperado.
Profissionais do mercado notaram ainda o movimento de investidores a favor de uma taxa de referência mais baixa para contratos futuros e outros derivativos como outro elemento que favoreceu a queda na cotação.
A moeda norte-americana cedeu 0,51 por cento, a 1,753 real na venda. Na semana, a divisa acumulou depreciação de 0,40 por cento, enquanto no mês o recuo é de 0,17 por cento.
"Os números que saíram nos Estados Unidos acabaram contribuindo para a queda do dólar hoje", resumiu José Roberto Carreira, gerente de câmbio da Fair Corretora.
As bolsas de valores em todo o mundo subiam nesta sexta-feira, amparadas pela revisão um pouco melhor, ainda que para baixo, no crescimento da economia dos EUA no segundo trimestre.
A expansão ficou em 1,6 por cento, abaixo da leitura inicial de 2,4 por cento, mas acima das estimativas de analistas, que previam desaquecimento na economia a 1,4 por cento.
Para o profissional de câmbio de uma corretora paulista, que pediu para não ser identificado, o movimento do dólar também refletiu o aumento das expectativas quanto à capitalização da Petrobras. A operação está prevista para setembro e deve trazer bilhões de dólares em recursos.
"Existe uma perspectiva muito grande de queda no dólar por conta da Petrobras e isso tem mexido bastante com o mercado. Além disso, os estrangeiros estão bem vendidos no (mercado) futuro e já tentam puxar a Ptax para baixo", disse o profissional de câmbio de uma corretora paulista, pedindo anonimato.
Com a aproximação do final do mês, os players do mercado de câmbio intensificam movimentos em busca de uma Ptax mais conveniente a seus negócios. A Ptax é a taxa que serve como referência para a liquidação de contratos futuros e outros derivativos.
Na mesma linha, o operador de um banco dealer, que também pediu anonimato, resumiu: "O mercado fez ir para o lado deles e esse lado é o dólar mais baixo".
Na BM&FBovespa, os não residentes aumentaram na quinta-feira a exposição líquida vendida para perto de 8,4 bilhões de dólares nos mercados de dólar futuro e cupom cambial (DDI).
De modo geral, profissionais sustentam que a oferta de ações da Petrobras e a elevada taxa de juro local devem direcionar o dólar para baixo no curto prazo. Mas a possibilidade de alguma intervenção do governo no mercado de câmbio segue no foco.
"O real continua uma moeda de valor. O diferencial no crescimento e de carry trade são dois elementos que amparam essa visão. Ruídos de autoridades para conter a apreciação da moeda podem adicionar volatilidade e eventualmente frear os ganhos", consideraram analistas do BNP Paribas, em relatório.
Na opinião do operador do banco dealer, o mercado fica de olho em alguma intervenção do Banco Central, principalmente quando o dólar se aproxima de 1,75 real.
"Mas antes de fazer, por exemplo, um leilão de swap reverso, acho que o BC tende a fazer dois leilões no spot (mercado à vista)", afirmou.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Vídeo Interessante

Segunda-feira, 23/08/2010

Em julho, o gasto dos brasileiros no exterior foi recorde. No ano, chegou a US$ 8,5 bilhões. Como os estrangeiros deixaram aqui US$ 3,3 bilhões, a diferença ficou em mais de US$ 5 bilhões.

(Enviado pelo estudante Nilson Souza)

Clique aqui para assistir ao vídeo.

domingo, 22 de agosto de 2010

Para todos os Alunos

Um levantamento do Instituto de Planejamento Tributário compara o preço do mesmo produto em países diferentes. A conclusão é que o consumidor brasileiro paga sempre mais caro por causa de impostos.

Vídeo 1: Clique aqui

Vídeo 2: Clique aqui

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Encontro de Economia Baiana - inscrições gratuitas

Para todos os Alunos

FGV: clima econômico melhora no Brasil em julho


O Brasil continuou a mostrar em julho o segundo melhor clima econômico entre os países da América Latina, perdendo apenas para o Peru, que ocupa a primeira posição. A informação consta da Sondagem Econômica da América Latina, feita em parceria pelo Institute for Economic Research at the University of Munich (Instituto IFO) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a pesquisa, o Índice de Clima Econômico (ICE) do Brasil subiu de 7 pontos para 7,4 pontos de abril para julho, dentro de uma escala de zero a 9 pontos. O indicador é calculado com base nas respostas obtidas na sondagem.


De abril a julho, a avaliação da situação atual econômica brasileira melhorou entre os analistas de mercado financeiro consultados. No entanto, o humor dos especialistas quanto aos rumos futuros da economia no País se tornou menos otimista.


Entre os 11 países pesquisados para a sondagem, apenas quatro apresentaram em julho ICE acima da média do indicador na região latino-americana, que foi de 6,0 pontos. Além do Brasil, este é o caso de Peru (7,1 pontos), Uruguai (6,4 pontos) e Chile (6,4 pontos). Os outros países ainda mostram clima econômico abaixo da média. É o caso de Paraguai (5,2 pontos), Colômbia (5,3 pontos), Argentina (4,5 pontos), México (4,2 pontos), Bolívia (4,5 pontos), Equador (4,1 pontos) e Venezuela (2,7 pontos).


América Latina


Favorecido pela melhora nas condições da economia latino-americana, que está em uma fase de "boom" do ciclo pela primeira vez desde julho de 2007, o ICE da América Latina subiu de 5,6 para 6,0 pontos entre abril e julho de 2010. Segundo as instituições, houve uma melhora na avaliação dos analistas quanto à situação atual da economia latino-americana no período.


Porém, mesmo com o avanço do ICE, a sondagem mostra que estão menos otimistas as expectativas dos especialistas quanto aos rumos futuros da economia na América Latina para os próximos meses. Isso é perceptível nos resultados dos dois subindicadores que formam o ICE. De acordo com as entidades, o Índice da Situação Atual (ISA) subiu de 4,7 para 5,8 pontos, entre abril e julho. Já o Índice de Expectativas (IE) recuou de 6,4 para 6,2 pontos no período.


Mesmo com a melhora, as instituições informam que a situação da economia latino-americana sugere "cautela". As organizações avaliam que os especialistas consultados não pareciam estar seguros da solidez da recuperação econômica regional. A piora na avaliação das expectativas na economia dos 11 países analisados para a sondagem não foi uma novidade: a sondagem começou a apresentar sinais de uma trajetória declinante para as perspectivas econômicas na região a partir de outubro do ano passado. Na sondagem, foram ouvidos 149 especialistas em 17 países durante o mês de julho.

Para todos os Alunos


Oi Pessoal,


como esta semana estou com a garganta inflamada por causa da amigdalite, não vou aqui postar os acontecimentos de cada aula.


Mas, à medida do possível, continuarei postando textos interessantes para cada curso.


Semana que vem volto com as postagens habituais.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Para alunos de COMEX e Administração

Brasil volta a ser 4º maior mercado de veículos

O Brasil recuperou, no acumulado dos sete meses do ano, a quarta posição mundial em vendas de veículos. O posto havia sido perdido para a Alemanha no fim do primeiro semestre, depois de três meses na posição. A disputa entre os dois países é acirrada. A diferença de consumo entre brasileiros e alemães até agora é de apenas 23 mil automóveis.


Mesmo que as duas nações cheguem ao fim do ano perto de um empate técnico, analistas do setor automotivo apostam que, a partir de 2011, o Brasil começará a se distanciar da Alemanha. Até o fim da década, o Brasil deverá ser a terceira potência mundial em vendas, ultrapassando também o Japão.


De janeiro a julho foram vendidos no Brasil 1,882 milhão de veículos, incluindo caminhões e ônibus. Na Alemanha foram 1,859 milhão. No ano passado, a diferença entre os dois mercados era de 908 mil unidades a mais para os alemães. O país europeu sentiu mais os efeitos do fim dos subsídios governamentais para a venda de carros neste ano. A medida foi adotada em diferentes proporções por vários governos, inclusive o brasileiro, para amenizar os efeitos da crise financeira mundial entre fins de 2008 e 2009.


Hoje, o ranking mundial de consumo tem a China disparada na frente, com 10,2 milhões de unidades. Em segundo aparece os EUA, com 6,6 milhões, e em terceiro o Japão, com 3,1 milhões. Estudo da consultoria internacional Roland Berger aponta que o Brasil chegará ao fim de 2010 como quarto principal mercado de veículos, com diferença aproximada de 400 mil unidades para a Alemanha. Nos sete meses do ano, o país europeu viu suas vendas caírem 27% em relação a igual período de 2009. O Brasil registrou crescimento de 8,5%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Aula de COMEX - TURMA B - Gilberto Gil- Segunda

Olá meus amores:

Nossa aula teórica hoje não foi tão enérgica como é normalmente, porque minha garganta não está na sua melhor forma.

Então, demos aula teórica sobre Organismos Internacionais e fizemos o Exercício 2 (Plano B). Recolhi, também, o Exercício 1.

Para a próxima aula, entregar o Exercício 2.

Aula de Economia - Administração - Sábado

Olá meus amores:

Hoje foi nossa primeira aula. Começamos a falar do Tópico 1 e 2 do nosso Módulo e foi marcada a nossa Visita Técnica, que ocorrerá em um sábado.

Já enviei para os mails dos alunos o nosso Módulo, nosso Calendário e nosso Roteiro da Visita.

Até próximo sábado.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Para todos os Alunos

Consórcio cresceu 33% nos primeiros seis meses do ano

Setor amplia oportunidades e investe em sistema de serviços que pagam viagens, festas e até casamentos. Marina Araújo São Paulo, SP

O administrador de empresas Antonio José Bittar é do tipo que faz um plano atrás do outro.

Chegou a organizar consórcios pioneiros com os amigos de trabalho. Hoje, continua fiel a essa forma de compra. Vai pagando devagar e, de dois em dois anos, tira um carro novo. “No momento em que seu veículo se torna usado, você vende o carro, dá de lance e retira o carro novo atualizado”, explica.

Consórcio é como se fosse uma poupança coletiva. Por exemplo, nesta administradora, um grupo de 200 pessoas entra num consórcio de um carro de R$ 32.500, a pagar em 60 meses.

Cada um paga pouco mais de R$ 655 reais por mês. Com o total, a administradora entrega três carros por mês: um por sorteio e dois para quem der os lances mais altos. Ninguém é obrigado a dar lances. Se quiser, espera ser sorteado.

Tem cada vez mais gente interessada em consórcio. A maioria quer carro novo ou casa própria. Agora existe um outro tipo de consórcio que está em franca expansão, o consórcio de serviços, dos mais variados, para o consumidor poder planejar viagens, cursos, festas de aniversário, casamento, formatura e até cirurgias plásticas.

A administradora de empresas Gilvane Oliveira Santos se planejou para aumentar os seios. Ela queria R$ 5 mil para ajudar a pagar as despesas médicas. Pesquisou financiamentos e achou o consórcio mais vantajoso. “Paguei em torno de R$ 5.700, sendo que eu fui ver o financiamento de R$ 5 mil e ia dar em torno de quase R$ 8 mil, dependendo do banco que eu fosse financiar”, diz.

O dinheiro de um financiamento normal sai de imediato, mas tem taxas de juros altas, diferente dos consórcios. Quem quer fazer um não pode ter pressa. “Hoje temos prazos médios de automóveis de 60 meses e, de imóveis, de 150 meses. É um consumidor que realmente está disposto a assumir parcelas de longo prazo”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (Abac).

“Se você vai casar sábado agora, na próxima semana, não adianta fazer consórcio, mas se você está noivo, tem interesse em casar, cai como uma luva”, afirma Sebastião Cirelli, diretor-executivo da Rodobens Consórcio. “Há essa flexibilidade. Não vai casar mais, usa o dinheiro do consórcio de serviço para fazer uma viagem e esquecer o romance”, completa.

A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios orienta os consumidores para a compra segura de um consórcio.

Para ver a reportagem, clique aqui.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Para todos os Alunos

Saiba como o mercado de trabalho enxerga a sustentabilidade


SÃO PAULO – A palavra sustentabilidade nunca esteve tão em voga como nos últimos tempos. A preocupação dos consumidores com o planeta está fazendo com que as empresas se conscientizem sobre o assunto.

O coordenador da ESPM Social, Carlos Frederico Lúcio, afirma que a sustentabilidade chegou ao mercado de trabalho. “A ideia de sustentabilidade tem sido bastante discutida no meio corporativo. Esse conceito vem evoluindo desde meados dos anos 1990”, afirma.

Já o professor e diretor da JRLages Consultoria, José Roberto Lages, alerta que os profissionais devem ficar atentos, pois algumas empresas se dizem preocupadas com o assunto, enquanto, na prática, a situação é oposta.

“A sustentabilidade pode ser comparada com o certificado ISO [ISO 9001]. Algumas empresas têm porque acreditam na importância da qualidade. Outras têm para não ficar atrás do concorrente. E têm aquelas que não se preocupam com isso”, alerta Lages.

Profissional sustentável

Lages acrescenta que as empresas que realmente buscam ser sustentáveis valorizam os chamados profissionais “verdes”.

A gerente de Unidade Dignidade do IDORT/SP, Angela Lindegger, afirma que, para ser considerado um profissional sustentável, não basta imprimir o mínimo possível, utilizar a folha frente e verso, trocar os copos de plástico por canecas de porcelanas e se preocupar em apagar as luzes do escritório.

Ela explica que o conceito de sustentabilidade vai além disso. A sustentabilidade leva em consideração se uma ação é economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa. Segundo a especialista, não adianta considerar somente um dos três patamares. É necessário ter integração entre eles.

“Tem de ir além. Pensar nos 3 pilares em todas as ações. Esse seria o pensamento de um profissional sustentável. Ele concretizaria e colocaria em prática nas suas atividades esse pensamento. O ideal seria que todos os profissionais fossem sustentáveis e as empresas deveriam divulgar esses princípios para todos os colaboradores”, diz.

A imagem

O profissional considerado sustentável tem uma imagem positiva no mercado de trabalho. De acordo com Lúcio, essa pessoa é considerada bem informada, comprometida e com iniciativa.

“Esse profissional tem vantagem sobre outros profissionais. Eles são comprometidos com o todo, o que inclui a sociedade. Essa é a imagem que eles passam”, afirma o professor da ESPM.

Angela afirma ainda que, se as empresas e os gestores estiverem comprometidos com o assunto, o profissional sustentável é mais valorizado no mercado.

Para alunas de Serviço Social


Ipea: produção de riqueza ainda é concentrada no Brasil


Apesar da queda na concentração de renda no Brasil, ainda é expressiva a desigualdade territorial na geração de riqueza do País. Um número reduzido de municípios responde pela maior parte do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. É o que mostra o estudo "Desigualdade da Renda no Território Brasileiro", divulgado hoje pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O documento analisa o grau de concentração e desigualdade de Estados e regiões do País por meio dos PIBs e dos PIBs per capita dos municípios.


O Ipea considera o grau de desigualdade do PIB dos municípios brasileiros por meio do coeficiente de Gini, que varia de zero a um - quanto mais próximo do limite máximo, maior a desigualdade. Em 2007, por exemplo, os municípios entre os 10% mais ricos participavam com 78,1% do PIB nacional. Já os municípios entre os 40% mais pobres registravam uma participação de apenas 4,7%. A partir da segunda metade da década de 1990, em plena fase de estabilidade monetária, o grau de concentração dos PIBs municipais caiu levemente (baixa de 2%). Com isso, o índice de Gini passou de 0,88 em 1996 para 0,82 em 2007.


Pelo estudo, entre 1996 e 2007 a desigualdade caiu mais na Região Nordeste (baixa de 4,8%), com o coeficiente de Gini passando de 0,84 para 0,80. Em seguida aparecem o Norte do País, com queda de 3,6% (de 0,83 para 0,80) e o Sul, com 2,5% (de 0,81 para 0,79). A desigualdade caiu 1,2% no Centro-Oeste, com o índice de Gini passando de 0,86 para 0,85. Por fim, o Sudeste registrou redução de 1,1%, de 0,90 para 0,89.


Neste mesmo período, o Centro-Oeste foi a região que mais cresceu economicamente (5,3% ao ano), seguida pelo Norte (3,62%), pelo Nordeste (3,15%), pelo Sudeste (2,52%) e pelo Sul (2,27%). De 1996 a 2007, o grau de desigualdade dos PIBs dos municípios somente aumentou no Espírito Santo (3,7%) e no Mato Grosso do Sul (1,9%). Nos demais Estados, houve queda. Os Estados com maior baixa no índice de Gini, entre 1996 e 2007, foram Acre (recuo de 13,5%), Sergipe (queda de 11,3%) e Rondônia (baixa de 9,0%). Goiás (queda de 0,3%) e São Paulo (recuo de 1,3%) apresentaram as menores reduções na desigualdade territorial da renda.


De acordo com o Ipea, os Estados com maior expansão dos PIBs municipais foram Tocantins, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Mas isso não se refletiu na diminuição da desigualdade da riqueza territorial. Também os Estados com menos dinamismo na expansão dos PIBs (Amazonas, Rio Grande do Sul e Pernambuco) reduziram pouco o grau de desigualdade da riqueza territorial.


Com relação ao PIB per capita dos municípios brasileiros, seis Estados apresentaram elevação no grau de desigualdade, entre 1996 e 2007: Rio de Janeiro (alta de 42,4% no índice de Gini), Espírito Santo (26,5%), Mato Grosso (14,4%), Minas Gerais (8,8%), Maranhão (2,6%) e São Paulo (2,4%). O estudo teve como referência os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), considerando um período de quase 90 anos, de 1920 a 2007.

Aula de Economia - Serviço Social NOTURNO - Quarta

Oi pessoal:

A aula hoje foi tarnquila, terminamos o Tópico 2 do Módulo e começamos a fazer o Exercício 1.

Lembro que temos um aluno novo na turma, João, que só pega a nossa disciplina. Dêem força para ele, incluindo-os nos Exercícios.

O Exercício 1 é para a próxima aula.

Mil beijinhos.

Aula de Economia - Serviço Social VESPERTINO - Quarta

Oi meninas:

A aula hoje foi tranquila, terminamos o assunto O Conhecimento Econômico e começamos a fazer o Exercício 1.

Lembrem-se que é para entregar o exercício 1 na próxima aula.

Mil beijinhos.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Para todos os Alunos

Estudo do BC revela economia estacionada desde março

A economia está praticamente estagnada desde março. Estudo divulgado hoje pelo Banco Central mostra que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) não se alterou e, nesse período, ficou estacionado na casa dos 139 pontos. O índice, que é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), teve leve expansão de 0,02% em junho ante o mês anterior, para 139,26 pontos. Em maio, o índice revisado caiu 0,06%, na primeira retração desde dezembro de 2008 na fase aguda da crise financeira.


O levantamento confirma a percepção do próprio BC de que o ritmo da economia é outro em relação ao do início do ano. Entre janeiro do ano passado e abril deste ano, por 16 meses seguidos, a atividade econômica teve expansão ininterrupta. A taxa média de crescimento nesse período ficou em 0,81%. Em vários meses, inclusive, superou a 1%, como em março deste ano, quando o indicador aumentou 1,16% e atingiu o patamar de 139 pontos.


O quadro exibido pelo Banco Central mostra que desde março, a velocidade da atividade econômica é diferente. Em abril, o ritmo dessa expansão caiu para 0,23%. E, em seguida, registrou a leve queda em maio. "O comportamento recente do índice caminha para a estagnação e ampara a decisão do BC de reduzir o ritmo do aumento do juro em julho", afirma o superintendente do Banco Banif, Rodrigo Trotta. Para ele, os dados consolidaram a percepção do mercado de que o ciclo de aumento da taxa Selic deverá ter, no máximo, mais uma alta de 0,25 ponto em setembro. Ele, porém, arrisca que já há indicadores que sustentariam a manutenção do juro na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

Aula de COMEX - Fratelli - MATUTINO - Quarta

Oi Pessoal:

Nesta aula, terminamos o assunto Estruturas de Mercado, discutimos um texto com dois Cases sobre este assunto e começamos a elaborar o Exercício 1.

Também falamos sobre nossa Visita Técnica que ocorrerá ainda no mês de Agosto. O material já foi enviado para o mail da turma. Verifiquem isso.

Próxima aula, aula teórica e entrega do Exercício 1.

Mil beijos!!

Aula de COMEX - TURMA A - Gilberto Gil- Terça

Oi Pessoal:


Falamos sobre Estruturas de Mercado, discutimos um texto e começamos a fazer o exercício 1.

Próxima aula, entregar o Exercício 1.

Beijos para todos.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Para alunas de Serviço Social


Saúde tem pior nota em novo índice da ONU para o Brasil

O novo índice de valores humanos divulgado nesta terça-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) revela um desempenho mais baixo do Brasil em termos de saúde do que em trabalho e educação, os três setores avaliados.

O Índice de Valores Humanos (IVH) é composto pelos subíndices de trabalho, saúde e educação e, segundo seus idealizadores, é uma tentativa de levar em conta a importância dos valores humanos para os processos de desenvolvimento.

Em uma escala de zero a 1, sendo 1 o melhor resultado, o Brasil tem um IVH de 0,59. Quando o tema é trabalho, o resultado foi de 0,79. Na educação, o índice ficou em 0,54, e na saúde, em 0,45.

Em vez de se concentrar em dados como expectativa de vida ao nascer e taxa de alfabetização, por exemplo, como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que classifica todos os países membros das Nações Unidas, o novo indicador foi elaborado a partir das experiências da população brasileira em termos mais subjetivos, como tempo de espera para atendimento médico ou situações de prazer e sofrimento no trabalho.

"A ideia era construir um indicador que partisse do relato das pessoas", diz o coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano do Brasil 2009/2010, Flávio Comim.

Segundo Comim, que é economista-chefe do Pnud, o IVH só é realizado no Brasil e é um projeto-piloto, com o propósito de lançar uma metodologia que inclua uma maneira mais humana de medir o desenvolvimento.

"Vamos ver como vai ser recebido para determinar sua periodicidade", diz o economista.

Saúde

Para chegar ao resultado, 2.002 pessoas foram entrevistadas em 24 Estados.

O IVH do Brasil em saúde foi de 0,45. A avaliação considerou o tempo de espera para atendimento médico ou hospitalar, a facilidade ou não de compreensão da linguagem usada pelos profissionais de saúde e o interesse da equipe médica percebido pelo paciente.

Na comparação por regiões, o Sul e o Sudeste apresentaram o maior IVH, ambas com 0,62, acima da média do Brasil, de 0,59. A região Norte foi a que apresentou o menor índice, com 0,50.

Segundo os autores do relatório, o baixo valor da região Norte pode ser atribuído principalmente à dimensão da saúde, com índice de 0,31, bem abaixo da média nacional de 0,45 nesse quesito.

De acordo com o documento, 67% dos moradores da região Norte consideram demorada a espera para receber atendimento médico e apenas 38% dizem que a linguagem utilizada pelos profissionais da saúde é de fácil ou razoável compreensão.

Trabalho e educação

O IVH relacionado ao trabalho foi calculado a partir da avaliação de 17 experiências relacionadas ao prazer no trabalho, como realização profissional e liberdade de expressão, e outras 15 ligadas ao sofrimento, como fatores de esgotamento emocional e falta de reconhecimento.

O índice do Brasil nesse caso foi de 0,79. A avaliação levou em conta o número de vezes que o trabalhador experimentou essas experiências nos seis meses anteriores ao questionário ou no último emprego.

No caso da educação, a média brasileira foi de 0,54. Esse subíndice levou em conta os valores das famílias, dos alunos e dos professores.

Para isso, o Pnud avaliou quais os conhecimentos considerados pelas famílias mais importantes na formação e como são as relações de alunos e professores no sistema educacional.

Na maior parte do país, 36,2% dos entrevistados responderam que a educação deve dar prioridade a conhecimentos para formar um bom cidadão.

A exceção foi a região Norte, onde 40,4% consideram que o mais importante são conhecimentos para conseguir um bom emprego.

Relatório

O IVH faz parte do Caderno 3 do Relatório de Desenvolvimento Humano do Brasil 2009/2010.

O caderno inclui ainda exemplos e boas práticas de políticas de valor, com recomendações para contribuir para os dois objetivos principais definidos pela população brasileira na Campanha Brasil Ponto a Ponto, realizada no ano passado: redução da violência e melhoria da qualidade da educação.

Os idealizadores do IVH também chegaram à conclusão de que a percepção dos valores humanos no Brasil depende do nível de renda individual - e, em geral, quanto maior a renda, melhor a avaliação dos valores.

Os resultados também indicam que, quanto maior o nível de escolaridade, melhor o IVH. Essa tendência, porém, se inverte em relação ao índice específico de educação, em que pessoas com maior nível de escolaridade registraram IVH mais baixo.

Quando avaliadas as diferenças de gênero, o IVH de trabalho é maior para homens (0,82) do que para mulheres (0,76).

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Para Serviço Social

Falta de saneamento prejudica a Economia: Levantamento feito em 81 cidades brasileiras mostra que quase 60% dos brasileiros ainda não têm saneamento básico. Essa ausência causa prejuízos à economia e à inteligência das pessoas, revela estudo.

Interessante para vocês verem como infra-estrutura afeta no desenvolvimento social. Para ver o vídeo, clique aqui.

Para alunos de COMEX e Administração

China se torna a segunda maior Economia do mundo: Três décadas de expansão contínua com taxa anual de dois dígitos permitiram a China superar o Japão. É um grande feito para um país que há 40 anos ainda tinha uma economia planificada.


Para ver vídeo, clique aqui.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Aula de COMEX - TURMA B - Gilberto Gil- Segunda

Oi Pessoal:

A aula hoje foi ótima, mega participativa, o pessoal super interessado.

Falamos sobre Estruturas de Mercado, discutimos um texto e começamos a fazer o exercício 1.

Parece que o mail desta turma ainda não está com 100% de adesão... Temos que organizar isso, pessoal!

Próxima aula, entregar o Exercício 1.


Queria desejar melhoras para Dani, que estava com tosse na aula. Melhoras, gatinha!!!!!


Beijos para todos.

Aula de Economia - Serviço Social Matutino - Segunda

Oi Pessoal:

A aula hoje foi interessante apesar de, em plena segunda-feira, o pessoal ainda estar no ritmo do final de semana.

Continuamos o assunto "Os 10 princípios da Economia", fiz uma pequena revisão da aula passada e começamos a fazer o Exercício 1.

Lembrem-se da data de entrega do Exercício 1, ok meninas?

Mil beijos,

Aula de COMEX - Fratelli - NOTURNO - Sexta

A aula foi maravilhosa, turminha interessada, apesar de alguns ficarem presos no trânsito e chegar atrasados.

A aula foi sobre Estruturas de Mercado, além da discussão de um texto sobre o mesmo tema.

Próxima aula será aula teórica e, no final da aula, faremos um Exercício. O exercício já foi enviado.

Beijos,

Aula Competências Gerenciais - QUINTA

Oi Pessoal:

Nossa aula foi com slides de Datashow sobre Comunicação Interpessoal. Falamos, através de conceitos e exemplos práticos, quais as características da Comunicação Interpessoal, como ela é desenvolvida, e como ela pode ser utilizada dentro das organizações.

Os slides já foram enviados para o mail da turma.

Beijos,

sábado, 7 de agosto de 2010

Texto Interessante para Comércio Exterior

Governo publica pacote de benefícios fiscais

Uma série de mudanças na área tributária foram publicadas pelo governo federal por meio da Medida Provisória (MP) nº 497. Entre as alterações, estão os incentivos que já haviam sido anunciados no pacote para beneficiar o setor exportador; a ampliação o regime de drawback; incentivos para a construção ou reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014; e a criação do Regime Especial de Tributação para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios de Futebol (Recom).

Relacionado ao pacote do setor exportador, foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva o fim do redutor que incide hoje sobre o Imposto de Importação de autopeças. Por isso, a MP determina que o atual redutor de 40% vai vigorar até 31 de julho de 2010. Ele passará para 30% em 30 de outubro deste ano, caindo para 20% em abril de 2011. Ele será totalmente eliminado a partir de 1º de maio de 2011.

A ampliação do regime de drawback, que limitava a isenção do Imposto de Importação, PIS/Cofins e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens que seriam produzidos no País e posteriormente exportados. A partir de agora, tanto a importação de matérias-primas quanto sua compra no mercado nacional (seja para produzir para vender no exterior seja para recompor estoques) não têm incidência de tributos federais.

O subsecretário de Aduana da Receita, Fausto Coutinho, exemplificou o novo modelo. A empresa produz sacos plásticos e fez um contrato de venda de mil produtos ao exterior. Para tanto, importou mil lotes de insumo utilizado na produção, com suspensão de imposto previsto no drawback. Mas no meio do caminho teve demanda interna e ele vendeu metade desses produtos. Para cumprir o contrato, porém, ele precisou comprar mais 500 lotes do insumo no mercado interno. Antes, tal situação geraria fiscalização da Receita e sanções, que levavam a disputas judiciais entre o Fisco e o contribuinte.

Coutinho ressaltou que a parcela que foi destinada ao mercado interno não contará com isenção de impostos.

Outro benefício são os incentivos para a construção ou reforma de estádios para a Copa do Mundo de 2014. O governo anunciou a criação do Recom. Por meio deste instrumento, as empresas que realizarem empreendimentos para o evento esportivo poderão comprar equipamentos, matérias-primas e serviços sem incidência de Imposto de Importação, PIS/Cofins e IPI.

"A medida traz um incentivo fiscal de R$ 35,07 milhões em 2010. Até o final das obras, a renúncia será de R$ 350 milhões", informou o subsecretário de Tributação da Receita Federal, Sandro Serpa.

A MP 497 atualiza ainda a legislação que regulamenta o alfandegamento em portos, aeroportos internacionais e portos secos. As normas válidas até então para as operações de recebimento, armazenamento e despacho de mercadorias eram de 1966. As regras também dizem respeito ao controle da chegada e saída de veículos e pessoas do País.

Entre as alterações, a MP incluiu a obrigatoriedade de vigilância eletrônica e disponibilização de sistemas com acesso remoto pela fiscalização. Também se tornou obrigatório o uso de aparelhos de inspeção não invasiva de cargas e veículos, como aparelhos de raios X. Os administradores das alfândegas terão dois anos para se adaptarem.

"Complementarmente, as normas de controle aduaneiro são atualizadas com objetivo de permitir que a fiscalização aduaneira seja mais eficiente", aponta a publicação no Diário Oficial da União de ontem.

A MP também afasta divergências interpretativas quanto à aplicabilidade do instituto da denúncia espontânea, através do qual o contribuinte pode apresentar-se ao Fisco espontaneamente e confessar seus débitos sem se sujeitar a penalidades, aplicável às multas impostas no Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (RECOF) . Em 2008, as empresas beneficiárias do RECOF exportaram o valor de aproximadamente 13 bilhões de dólares. Em 2009, mesmo com a crise mundial, as exportações do RECOF representaram aproximadamente 8 bilhões de dólares.

A MP também atualiza o conceito das operações day trade - operações de compra e venda - para fins tributários.

"Não havia como fiscalizar as operações que são iniciadas em uma entidade e concluídas em outra. Só por fiscalização direta, posterior", alegou Serpa. Assim, para aumentar a arrecadação com Imposto de Renda sobre ganhos de capital da operação, a MP considera day trade "a operação ou a conjugação de operações iniciadas e encerradas em um mesmo dia, com o mesmo ativo, em uma mesma instituição intermediadora, em que a quantidade negociada tenha sido liquidada, total ou parcialmente", cita o Diário Oficial da União.

"Agora, vamos levar em conta corretora por corretora. A simplificação é o motivo", disse Serpa.

Outra medida que consta da MP 497 altera o regime de subvenção governamental para pesquisa científica. A iniciativa vai gerar uma renúncia fiscal neste ano de R$ 67,6 milhões.

A MP também modernizou a legislação de destinação de mercadorias abandonadas ou apreendidas pela Receita por contrabando ou descaminho. As novas regras simplificam o processo de liberação desses produtos para doação, leilão ou destruição.

Em uma única medida provisória publicada ontem no Diário Oficial da União, o governo federal anunciou uma série de incentivos fiscais e mudanças na legislação tributária que tem como objetivo incentivar os investimentos em obras para a Copa do Mundo de 2014 e na operação do trem de alta velocidade. Além disso, anunciou medidas que beneficiam os exportadores e as montadoras de veículos.

Entre as alterações, estão a ampliação do regime de drawback (importação de matéria-prima a ser usada em produtos a serem exportados), incentivos para a construção ou reforma de estádios para a Copa de 2014 e a criação do Regime Especial de Tributação para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios de Futebol (Recom).

No drawback, havia limitação da isenção do Imposto de Importação, PIS/Cofins e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens que seriam produzidos no País e depois exportados.A partir de agora, tanto a importação de matérias-primas quanto sua compra no mercado brasileiro (seja para produzir e vender no exterior seja para recompor estoques) não tem incidência de tributos federais.

Outro benefício são os incentivos para construção ou reforma de estádios para a Copa de 2014. O governo anunciou a criação do Recom, pelo qual as empresas que realizarem empreendimentos para o Copa poderão comprar equipamentos, matérias-primas e serviços sem pagar Imposto de Importação, PIS/Cofins e IPI.

"A medida traz um incentivo fiscal de R$ 35,07 milhões em 2010. Até o final das obras, a renúncia será de R$ 350 milhões", disse o subsecretário de Tributação da Receita, Sandro Serpa.

A MP 497 atualizou ainda a legislação que regulamenta a alfândega em portos, aeroportos internacionais e portos-secos. As normas válidas até então para as operações de recebimento, armazenamento e despacho de mercadorias eram de 1966. As regras também dizem respeito ao controle da chegada de veículos e pessoas ao País e de saída do País.

Entre as alterações, a MP incluiu a obrigatoriedade de vigilância eletrônica e disponibilização de sistemas com acesso remoto da fiscalização. Também se tornou obrigatório o uso de aparelhos de inspeção não invasiva de cargas e veículos, como aparelhos de raios X. Os administradores das alfândegas terão dois anos para se adaptarem.

A MP também atualiza o conceito das operações day trade - operações de compra e venda no mesmo dia na Bolsa - para fins tributários. "Não havia como fiscalizar as operações que são iniciadas em uma entidade e concluídas em outra. Só por fiscalização direta, posterior", alegou Serpa. "Agora, vamos levar em conta corretora por corretora", disse.

A empresa concessionária que operar o serviço de transporte ferroviário do trem de alta velocidade que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro estará isenta do pagamento do PIS e da Cofins sobre a venda de passagens.

O governo também cedeu à pressão das montadoras e deu mais prazo para o fim do incentivo tributário na importação de autopeças. A Medida Provisória n. 497, publicada ontem, fixa um cronograma mais gradual para o fim do redutor de 40% da alíquota do imposto de importação de autopeças. Com a medida, o redutor só será finalmente extinto a partir de maio de 2011.

FONTE: DCI

Aula de Economia - NOTURNO - Fratelli - Administração

Olá meus amores:

Hoje a aula foi MARAVILHOSA, porque quase ninguém faltou.

Foi ministrado o Tópico 1 do Módulo e iniciou-se o Tópico 2.

Na próxima aula, terminaremos o Tópico 2.

Reenviarei segunda o Módulo para todos. Por favor, tentem levá-lo na próxima aula.

Quem puder, tente chegar no horário.

Mil beijinhos.

Aula de COMEX - GG - MATUTINO - Quinta

Olá amores:

A aula de hoje foi tranquila, a maioria esforçou-se para chegar no horário.

Começamos a aula discutindo o texto sobre infra-estrutura, que se relacionou com a aula anterior. Na 2a parte da aula, tivemos aula teórica, com o Tópico 3 do Módulo, Estruturas de Mercado.

Na próxima aula, terminaremos o assunto teórico, discutiremos o texto que eu enviei para vocês (por favor, levem impresso) e faremos o Exercício 1 para quem optou pelo Plano B.

Beijos,

Aula de Economia - Serviço Social NOTURNO - Quarta

Olá princesas:

A aula de hoje foi bastante dinâmica. Começamos a falar do Tópico 1 do nosso Módulo e entramos para o Tópico 2. É importante quem perdeu esta aula, converse com as colegas, pois vários conceitos complexos foram abordados.

Na próxima aula, iremos terminar o Tópico 2 do nosso módulo e começaremos a fazer o Exercício 1 do Plano B e o Exercício Individual do Plano Institucional.

Gostaria de pedir para uma parte da turminha tentar evitar algumas conversinhas paralelas. Entendo que é saudade dos primeiros dias de aula, revendo às colegas, mas por mais que seja uma conversa "baixinha", acaba atrapalhando um pouco. Tenho certeza que, na próxima aula, todas vocês estarão mega concentradas, né?

E agora, minha homenagem a estudante AIDA. O noem dela, como muitos de vocês sabem, foi inspirado em uma Ópera de Verdi (chique!!!). para quem quiser ver um trecho, clique aqui.


Mil beijinhos,

Aula de Economia - Serviço Social VESPERTINO - Quarta

Olá princesas:

A aula de hoje foi bastante dinâmica. Começamos a falar do Tópico 1 do nosso Módulo e entramos para o Tópico 2. É importante quem perdeu esta aula, converse com as colegas, pois vários conceitos complexos foram abordados.

Na próxima aula, iremos terminar o Tópico 2 do nosso módulo e começaremos a fazer o Exercício 1 do Plano B e o Exercício Individual do Plano Institucional.

Muitos beijinhos,

Aula de COMEX - Fratelli - MATUTINO - Quarta

Olá amores:

A aula de hoje foi tranquila, a maioria esforçou-se para chegar no horário.

Começamos a aula discutindo o texto sobre infra-estrutura, que se relacionou com a aula anterior. Na 2a parte da aula, tivemos aula teórica, com o Tópico 3 do Módulo, Estruturas de Mercado.

Na próxima aula, terminaremos o assunto teórico, discutiremos o texto que eu enviei para vocês (por favor, levem impresso) e faremos o Exercício 1 para quem optou pelo Plano B.

Beijos,

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Aula de COMEX - TURMA A - Gilberto Gil- Terça

Olá meus amores:

A aula foi tranquila, começamos o Tópico 1 do nosso módulo, Evolução do Comércio Exterior Brasileiro e discutimos o texto complementar deste mesmo capítulo.

Lembro que desde a primeira semana de aulas, estou fazendo chamada. Por isso, é importante a presença de vocês em sala de aula.

Quem faltou a aula, é importante pegar o caderno do colega, pois muita coisa que falamos e discutimos em sala de aula não se encontra, necessariamente, no módulo.

Beijos.

Aula de COMEX - TURMA B - Gilberto Gil- Segunda

Olá meus amores:

A aula foi tranquila, começamos o Tópico 1 do nosso módulo, Evolução do Comércio Exterior Brasileiro e discutimos o texto complementar deste mesmo capítulo.

Lembro que desde a primeira semana de aulas, estou fazendo chamada. Por isso, é importante a presença de vocês em sala de aula.

Quem faltou a aula, é importante pegar o caderno do colega, pois muita coisa que falamos e discutimos em sala de aula não se encontra, necessariamente, no módulo.

Beijos.

Economia - Serviço Social - Matutino

A aula foi ótima, falamos do Tópico 1 do nosso módulo, começamos o Tópico 2 e decidimos, individualmente, acerca da Avaliação da Av1.

É importante que, na próxima aula, vocês levem o Módulo.

Mil beijos,